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domingo, 1 de junho de 2014

Como reforçar o sistema imunológico

O corpo humano luta constantemente contra infecções exteriores. O sistema imunitário é a primeira linha de defesa interna do organismo contra vírus, parasitas, bactérias e fungos. Como reforçá-lo?
É preciso compreender primeiro como funciona o sistema imunitário, que neste caso, é por etapas. Primeiramente usando os chamados glóbulos brancos, do grupo fagócito (significado literal de “comedor”), cercam a bactéria e destruoem-na, daí o seu nome característico Outras células brancas criticas são os linfócitos de tipo B e T, que produzem e libertam anticorpos, que procuram as células infectadas e alertam os fagócito para que estes as destruam.
Ironicamente os sintomas de infecção são na verdade sinais imunitários da resposta do nosso sistema imunitário. A garganta inflamada é a mais comum, como a boca e o trato digestivo é um local propício, por contacto direto, a um maior número de infecções, as células da garganta infectadas são ordenadas que se “auto destruam”, levando com elas células saudáveis adjacentes e causando o inflamar da garganta em si.

Como podemos reforçar o nosso sistema imunitário? Como reforçar as defesas naturais do nosso corpo?
As defesas naturais do nosso corpo (o nosso sistema imunitário) pode ser reforçado através de mudanças saudáveis no nosso estilo de vida. Consumo excessivo de açúcares, cafeína, álcool, depravação de sono, acumular de stress, tabaco, falta de exercício, todas elas são causas do fragilizar do sistema imunitário permitindo e facilitando a entrada de infecções oportunistas. Reduzir ou eliminar estes factores proporcionam o aumento imediato das defesas naturais do nosso organismo. Não só o aumento mas também a eficiência!
Uma dieta rica em nutrientes e diversificada, totalmente o oposto da “fast food” e outras comidas processadas, é o principio para o reforço das defesas naturais. Vegetais verdes e fruta contêm Vitamina C, uma vitamina ótima em aumentar a resposta imunitária do organismo. A hidratação constante é outro fator muito importante, beba 3 copos de água morna com limão diariamente, e mantenha o consumo de água elevado, no mínimo 3 litros diariamente
Cortar no açúcar é absolutamente vital para o sistema imunitário, açucares simples atuam como que “congestionadores” do sistema imunitário, atrasando o tempo de resposta às infecções e agentes exteriores maliciosos. Ao reduzir os açucares aumenta a qualidade da resposta imunológica do corpo.
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Por último, e o mais importante, segundo um estudo conduzido no Laboratório Populacional Humano da Califórnia, em 1970, a qualidade do sono e o mínimo de 8 horas nocturnas de repouso asseguram um melhor sistema imunitário contra aqueles que têm um pior sono ou dificuldades em dormir. Assegure-se que repousa, faça exercício, alimente-se correctamente e corte no açúcar, verá que em menos de nada a sua saúde melhorará imenso.


 É possível fortalecer o sistema imunológico: mito ou realidade?
Immune-System
Na maior parte do tempo, nosso sistema imunológico faz um bom trabalho em combater germes causadores de doenças. Algumas vezes, ele falha, e ficamos doentes. E então surge a pergunta: será que dá para fazer alguma coisa para fortalecer o sistema imunológico, uma dieta, vitaminas, suplementos, mudanças de estilo de vida – o que será que poderia deixar o sistema imunológico praticamente perfeito?
A ideia é tentadora, mas esbarra em alguns problemas. Um deles é que o sistema imunológico é exatamente um sistema, que depende de muitas variáveis que tem que estar bem afinadas para funcionar corretamente. O resultado é que as tentativas de fortalecer o sistema imunológico fracassaram até hoje.
Isso não significa que não chegamos a algumas ideias, e embora não saibamos exatamente como fortalecer o sistema imunológico, alguns cientistas têm explorado os efeito de dietas, exercícios, idade, estresse psicológico, suplementos e outros fatores sobre ele.
Os resultados ainda são preliminares, mas interessantes. Aparentemente, um estilo de vida saudável é um bom começo para dar ao sistema imunológico uma vantagem sobre os germes.

Adote um estilo de vida saudável

Escolher um estilo de vida saudável pode ajudar porque o sistema imunológico é parte do corpo e o corpo funciona melhor quando saudável. Neste caso:
  • Não fume;
  • Adote uma dieta rica em frutas, verduras e grãos integrais, e pouca gordura saturada;
  • Pratique exercícios;
  • Mantenha-se com um peso saudável;
  • Controle a pressão sanguínea;
  • Se você bebe bebidas alcoólicas, faça-o com moderação;
  • Garanta horas de sono apropriadas;
  • Evite infecções: lave as mãos com frequência e cozinhe os alimentos;
  • Visite seu médico regularmente.

Cultive o ceticismo

Muitos produtos alegam melhorar ou dar um reforço à imunidade, mas isso não faz sentido cientificamente. Por exemplo, aumentar o número de células no corpo, do sistema imunológico ou não, não é necessariamente uma boa coisa. Um exemplo é o “doping de sangue”: alguns atletas injetam sangue para aumentar o número de células sanguíneas e melhorar sua performance, mas isso pode causar um AVC.
Reforçar as células do sistema imunológico leva à pergunta: quais células? Existem vários tipos diferentes que respondem a diferentes micróbios de diferentes formas. Tudo o que sabemos é que o corpo produz continuamente células do sistema imunológico – não sabemos quais são melhores. Aliás, o organismo já produz mais linfócitos do que pode usar, por exemplo. As células extras são removidas através do “suicídio celular”, a apoptose, e algumas até mesmo antes de serem usadas.
Ninguém sabe qual o número de células que o organismo precisa para funcionar no ponto ótimo. Mas sabemos um pouco sobre a outra ponta da escala — quando o número de células T em um paciente com AIDS fica abaixo de certo nível, o paciente adoece por falta de células que combatam infecções. Sabemos então qual o nível inferior, mas nada sobre o nível máximo e o ideal.
Por enquanto, os cientistas estão analisando o efeito de fatores como alimentos e suplementos sobre componentes como os linfócitos ou as citocinas, mas ninguém sabe qual a influência destes níveis sobre a capacidade do corpo de combater as doenças. Outra abordagem é estudar os efeitos de mudanças de estilo de vida sobre a incidência de doenças. Até agora não foi possível mostrar uma ligação direta entre certos estilos de vida e uma resposta imunológica melhorada, mas pelo menos já sabemos que provavelmente ela existe.

Idade e imunidade

Não sabemos as causas disso, mas o sistema imunológico perde sua eficiência a partir dos 65 anos. Processos infecciosos, inflamatórios e o câncer vão se tornando mais comuns.
Uma linha de estudo avalia o funcionamento do timo, responsável pela produção de células T. O timo começa a perder sua função a partir do primeiro ano de vida, e vai decrescendo até chegar aos 65 anos, quando o decréscimo de sua função resulta numa queda na quantidade de células T. Outra pesquisa na mesma linha avalia se a capacidade da medula óssea de produzir células-tronco que irão se tornar células do sistema imune cai com a idade.
Outra pesquisa tem estudado a duração dos linfócitos T “de memória”, responsáveis por guardar a memória imunológica. Em ratos, quanto mais velho o animal, menos tempo duram estas células, o que significa que ele pode pegar uma infecção de um organismo que o sistema imunológico já teve contato antes, justamente porque perdeu a “memória” dela. A redução da resposta imunológica de idosos a vacinas parece confirmar estas hipóteses.
Finalmente, há uma terceira pesquisa tentando conectar a nutrição com o sistema imunológico em idosos. Por exemplo, uma deficiência em vitaminas e minerais essenciais em idosos, que comem menos ou tem menos variedade na dieta, pode ser responsável por uma queda na proteção do organismo. Não se sabe se suplementos alimentares poderiam ajudar.
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E as dietas?

Sabe-se que pessoas pobres e mal nutridas são mais vulneráveis a doenças infecciosas, mas não está claro se o aumento de doenças é causado por um efeito da má nutrição sobre o sistema imunológico. Há poucos estudos sobre o assunto.
Alguns efeitos já foram demonstrados, como o fato que uma deficiência em proteínas causa uma redução nos números e funções das células T e macrófagos, além da redução da produção de imunoglobulina A (IgA), um anticorpo. Da mesma forma, a deficiência de vários micronutrientes, como zinco, selênio, ferro, cobre, ácido fólico e Vitaminas A, B6, C e E, por exemplo, altera a resposta imunológica em animais, mas o impacto destas alterações sobre a saúde não é claro.
A sugestão dos cientistas é garantir a ingestão diária destes micronutrientes, especialmente
  • Selênio, cuja deficiência está associada a vários cânceres;
  • Vitamina A, cuja deficiência está associada a um risco aumentado de doenças infeciosas;
  • Vitamina B2, que parece aumentar a resistência a infecções bacterianas em ratos;
  • Vitamina B6, cuja deficiência pode diminuir a capacidade dos linfócitos de amadurecerem e se tornarem vários tipos de células T e B. Mas cuidado que a megadose pode promover o crescimento de tumores;
  • Vitamina C, cujo papel ainda não está claro, mas parece trabalhar junto com outros micronutrientes;
  • Vitamina D, que sinaliza uma resposta antimicrobiana à bactéria responsável pela tuberculose, aMycobacterium tuberculosis;
  • Vitamina E, cuja administração aumentada de 30 mg para 200 mg diários em indivíduos com mais de 65 anos melhorou a resposta das vacinas contra a hepatite B e o tétano, e
  • Zinco, que é essencial ao sistema imunológico — sua deficiência afeta a capacidade das células T e outras de funcionarem corretamente. Mas cuidado: excesso de zinco também pode inibir o funcionamento do sistema imunológico.
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Desconfie de suplementos

Existem muitos produtos que prometem “aumentar a imunidade”, mas não há evidências de que funcionem. Mesmo que seja possível comprovar que alguma planta esteja aumentando os níveis de anticorpos, não significa que esteja beneficiando a imunidade como um todo.
O sistema imunológico de cada pessoa é único, e responde de maneira diferente a esses produtos. Ou seja, pode ser que realmente aquele chazinho que sua tia tome esteja a protegendo de doenças, mas esse efeito benéfico certamente não será geral, ou seja, não será visto em toda a população.
A maior parte da pesquisa neste sentido tem sido feita em crianças, idosos e pessoas com o sistema imunológico comprometido, como pacientes com Aids. Entre os estudos feitos, existem os que precisam de uma comprovação por terceiros (alguém mais precisa repetir o estudo e ver se obtém os mesmos resultados). Considere então as descobertas nesta área como controversas e possivelmente com erros.
Os compostos que já foram estudados são:
  • Aloe vera. Não há evidência que ele possa modular a resposta imune, mas é auxiliar no tratamento de queimaduras leves, ferimentos e queimaduras de frio, e, quando combinado com hidrocortisona, em inflamações da pele. Também é a melhor opção para tratar o tecido da mama depois de uma terapia de radiação.
  • Astragalus membranes. O derivado da raiz é comercializado como estimulante do sistema imunológico, mas as qualidades encontradas são fracas, e ele pode ser perigoso.
  • Echinacea. Há muita controvérsia sobre esta planta, e muitos especialistas não recomendam tomá-la para prevenir gripes. Também possui sérios efeitos colaterais — já foram relatados choques anafiláticos.
  • Alho. Ele parece ter algumas propriedades de combate à infecções, mas não há estudo que comprove seus benefícios para o ser humano. Pode baixar o risco de alguns tipos de câncer, mas é cedo para recomendá-lo em tratamentos.
  • Gingseng. Existem muitas alegações sobre supostos benefícios da raiz do gingseng, mas os poucos estudos existentes até agora são considerados insuficientes para dar suporte a elas.
  • Glycyrrhiza glabra (raiz de alcaçuz). É usada na medicina chinesa para uma variedade de doenças, mas sempre em combinação com outras ervas, ou seja, não se sabe se os efeitos são do alcaçuz mesmo. Além disso, tem efeitos colaterais potenciais que tornam aconselhável evitá-la.
  • Probióticos. Estudos recentes apontam uma relação entre as bactérias “boas” e o sistema imunológico. Por exemplo, certas bactérias do intestino podem influenciam a correção de deficiências e aumentar o número de certas células T, embora não se saiba como elas fazem isso. É tentador fazer a relação de que ter mais das bactérias “boas” seja bom, mas não há evidências que apoiem isso.

Conexão com o estresse

Existem muitas doenças ligadas ao estresse emocional, e embora existam estudos do relacionamento entre o estresse e a função imunológica, esta não é uma área de pesquisa importante para a maioria dos imunologistas.
Um dos problemas é a dificuldade de definir o que é estresse — diferentes pessoas reagem de forma diferente para a mesma situação e, quando a reação é o estresse, em diferentes graus.
Também existe o estresse crônico, que não acontece repentinamente, mas ao longo de um período, como o causado por problemas familiares, relações no trabalho, etc. Some-se a isto o fato de que é difícil fazer “experimentos controlados” com pessoas, já que as variáveis são muitas, e a relação entre elas é muito complexa.
Mas mesmo com todas estas dificuldades, alguns experimentos dão resultados consistentes, permitindo traçar algumas conclusões que se espera sejam razoáveis. Entre os experimentos e as conclusões, podemos contar com o seguinte:
  • Situações estressantes atrasam a produção de anticorpos em ratos infectados com o vírus influenza e suprimem a atividade de células T em animais inoculados com o vírus da herpes simplex.
  • O estresse social pode ser pior que o estresse físico: ratos sujeitos a estresse social (ficar em uma gaiola com ratos agressivos, sendo ameaçados, mas não feridos) tem o dobro de chances de morrer quando expostos a toxinas bacterianas em relação a ratos que sofreram estresse físico (ficaram sem água e comida por longos períodos).
  • O isolamento também pode suprimir a função imunológica. Macacos separados de suas mães produziram menos linfócitos em resposta a antígenos e menos anticorpos em resposta a vírus.
Situações estressantes também atrapalham a comunicação química entre os sistemas nervoso, endócrino (hormonal) e imunológico:
  • Pessoas idosas cuidando de parentes com Alzheimer têm níveis mais altos de cortisol, e talvez por causa disso, a vacina da gripe produza menos anticorpos neles.
  • Algumas medidas da atividade de células T são mais baixas em pacientes com depressão, e entre homens separados ou divorciados em comparação com homens casados.
  • Pessoas que cuidam de marido ou esposa com Alzheimer e que tem menos amigos e ajuda externa têm mudanças maiores na função das células T.
  • Pessoas de áreas que sofreram danos com desastres naturais, como o Furacão Andrew na Flórida, apresentaram uma atividade reduzida em várias medidas do sistema imunológico.
Vale lembrar que estes estudos não apontam se as mudanças no sistema imunológico tenham efeitos adversos claros na saúde das pessoas.

O frio adoece?

Toda mãe já disse “vista um casaco ou você vai apanhar um resfriado!”. Mas os cientistas que estudam esta questão acreditam que a exposição ao frio moderado não aumenta a suscetibilidade a infecção. A conexão entre o frio e a gripe sazonal provavelmente tenha mais a ver com as pessoas passarem mais tempo em ambientes fechados do que com a temperatura.
Por exemplos, infecções no trato respiratório superior são mais comuns em esquiadores de cross contry que fazem exercícios vigorosos no frio, embora a causa das infecções — ar seco ou exercício intenso, ou outra coisa — seja desconhecida. O frio também aumenta o nível de citocinas, mas qual a consequência disso?
Você deve se agasalhar quando está frio? A resposta é sim. Se você está desconfortável, ou vai ficar longos períodos do lado de fora, então a hipotermia e queimaduras de frio são um risco real, mas não se preocupe com seu sistema imunológico.
original

Exercícios são bons ou ruins para a imunidade?

Exercícios são importantes para a saúde: melhoram a saúde cardiovascular, baixam a pressão sanguínea, ajudam a controlar o peso e protegem contra várias doenças, mas será que ajudam a manter o sistema imunológico saudável?
Não foi estabelecido se há uma ligação direta benéfica entre exercícios e o sistema imunológico, mas é razoável crer que exercícios regulares ajudam a ter mais saúde e isto pode favorecer o sistema imunológico, junto com o resto do corpo.
CONCLUSÃO: Em resumo, não existe nada que a ciência possa afirmar que acelera as defesas do seu organismo. Mas comer bem, fazer exercício, dormir bem, se agasalhar e não se estressar é um bom começo.[Harvard Health Publications]

sábado, 24 de maio de 2014

BCAA Complex 5050 - Dymatize Nutrition

E aew pessoal como vão ?

Hoje vou falar sobre o BCAA, espero que gostem:

BCAA Complex 5050 - Dymatize Nutrition




O que Dymatize BCAA Complex 5050 contém?
300 Grams
Serving Size1Rounded Teaspoon(5.2g)
Servings Per Container58
Amount Per Serving% DV
L-Valine1,262mg*
L-Leucine2,526mg*
L-Isoleucine1,262mg*
* Daily Value (DV) not established
Instruções de BCAA Complex 5050: Como suplemento de aminoácidos de ação rápida, de fácil digestão, misture 1 colher de chá cheia com a sua bebida, shake de proteína ou substituto de refeição.
Consuma 1-3 porções diárias com ou antes de cada refeição. Para obter os melhores resultados, use como parte de uma dieta com baixo teor de gordura e rotina de exercícios e consuma água extra ao treinar.
* Essas afirmações não foram avaliadas pelo Food and Drug Administration. Este produto não é voltado ao diagnóstico, tratamento, cura ou prevenção de nenhuma doença.
Mais de 20 aminoácidos são necessários para a construção de músculos e para a manutenção de importantes funções vitais. O corpo humano pode produzir quase todos os aminoácidos, com exceção de 8 a 10 que devem ser obtidos por meio da alimentação ou de suplementação, os chamados “aminoácidos essenciais”.
Dentre os aminoácidos essenciais, temos 3 deles que são os chamados BCAA’s (Aminoácidos de cadeia Ramificada:
  • L-Valina
  • L-Leucina
  • L-Isoleucina
BCAA é a abreviação de “Branch Chain Amino Acids” que significa “aminoácidos de cadeia ramificada”. Eles estão entre os suplementos mais importantes para qualquer programa nutricional esportivo. Os BCAA’s constituem até 35% da massa muscular corporal e são indispensáveis para a manutenção e o crescimento dos músculos. Além de construir células e reparar tecidos, eles formam anticorpos, fazem parte do sistema hormonal e enzimático, formam RNA e DNA e ainda transportam oxigênio pelo corpo.
Aprenda como agem os BCAA’s:
Durante o treino intenso com pesos, o corpo normalmente fica em um estado altamente catabólico. Nesse momento, se não houver os nutrientes necessários para abastecerem seu organismo durante o treino, ele passa a “roubar” os aminoácidos que estão presentes nos músculos para suprir a demanda do corpo por energia. O resultado disso é a perda de massa muscular.
O sinal para o corpo interromper a síntese de proteínas nos músculos e começar a entrar no estado catabólico é justamente a liberação desses BCAA’s “roubados” dos músculos.
Fornecer os aminoácidos de cadeia ramificada (BCAA), especialmente durante esses períodos de estresse, faz com que esse sinal não seja dado, e consequentemente os músculos continuem a sintetizar proteínas e não entrem em catabolismo.
Falando de maneira mais técnica, os BCAA’s agem como transportadores de nitrogênio, que auxiliam os músculos a sintetizarem outros aminoácidos necessários para promover o crescimento muscular.
Em outras palavras, os BCAA combinam aminoácidos mais simples para formar todo um tecido muscular mais complexo.
Ao fazer isso, os BCAA’s estimulam a produção de insulina, cuja principal função é permitir que o açúcar do sangue seja absorvido pelas células musculares e usado como fonte de energia.
Essa produção de insulina faz com que os aminoácidos penetrem mais facilmente nas células musculares, para que possam servir de matéria-prima na construção dos músculos.
Importantes co-fatores na suplementação de BCAA:
Muitos fisiculturistas e atletas não dão muita importância à combinação e inclusão de co-fatores quando lidam com suplementos, mas isso é um erro que você não pode ser cometido.
Veja, a seguir, uma lista dos co-fatores que têm um papel importante no aumento da eficácia da suplementação de BCAA:
Cromo: A forma mais apropriada é o picolinato de cromo, que aumenta a eficácia da insulina. A insulina é o elo mais importante no processo de construção muscular.
O cromo aumenta a síntese de proteínas no corpo, além de promover a absorção intracelular dos aminoácidos livres presentes no sangue e sua assimilação pelas células.
Ele também retarda a taxa de degradação de proteína pelo corpo dentro das células. Por isso é muito importante aliar o Cromo à suplementação de BCAA.
Vitamina B6: Uma vez que a vitamina B6 é fundamental no metabolismo de aminoácidos, os atletas cujas dietas têm uma alta taxa de aminoácidos precisarão de uma quantidade maior dela no corpo. O transporte de aminoácidos para o interior das células depende muito do fornecimento adequado de vitamina B6.
Vitamina B12:A vitamina B12 é outro nutriente solúvel em água e bastante importante que deve estar sempre presente no metabolismo da proteína e na síntese dos aminoácidos.
Biotina:A Biotina possui um papel de destaque na síntese de proteína e na formação de glicogênio.
Para entender melhor o papel das vitaminas B-6, B-12 e Biotina e sua relação com os BCAA, o Artigo sobre Vitaminas pode auxiliar.
Saiba a quantidade ideal e quando você deve ingerir BCAA:
Pesquisas indicam que com 4-8 gramas de BCAA antes dos exercícios intensos e 4-8 gramas depois, você poderá otimizar seus resultados de crescimento muscular.
Uma quantidade menor também é eficaz, mas se você precisar de um desempenho melhor e uma recuperação mais rápida, uma dosagem maior será necessária para uma maior eficiência.
Ingerir os BCAA’s imediatamente antes ou durante um treino intenso com pesos ou um treino aeróbico melhora seus resultados e seu desempenho.
Tomar os BCAA’s junto da alimentação pós-treino ou de um drink de recuperação irá ajudar na reposição mais rápida de BCAA nos músculos, acelerando a recuperação muscular e prevenindo o overtraining.
Qualquer pessoa que deseja ganho muscular ou uma fonte de energia natural, sem qualquer efeito colateral, deve considerar seriamente incorporar a suplementação de BCAA’s em sua dieta.

Ja faz um bom tempo que eu estava querendo fazer esse topico devido a estar cansado de ver a quantidade de pessoas que usam BCAA em doses erradas, assim como tambem em horarios errados (dependendo da situacao). Quero dizer que, acima de tudo, este é um forum de debates, portanto ninguem é obrigado a concordar comigo; só peco que, caso alguem for discordar, que mostre seus argumentos com alguma base. Dizer “voce está errado porque eu acho que Xg é bom demais!” ou “voce está errado porque o cara de 50cm de braco da minha academia diz que o certo é 1 caps antes do treino!” nao valem de nada, ja aviso. Nao gosto de achismo, nao gosto de argumentos baseados em “meu amigo diz” ou “meu amigo faz” e afins; portanto aqueles que quiserem ir contra o que vou explicar, que facam com algum tipo de racicionio logico e/ou cientifico. Outra rapida consideracao: vou tentar ser o mais didatico possivel, portanto nao é minha intencao usar termos complicados. Aos médicos/doutores/profissionais, peco que entendam isso. Nao vou ficar explicando como que a leucina sinaliza o aumento de mTOR e como isso causa maior sintese proteica; vou explicar que a leucina aumenta sintese proteica e pronto. Sem mais delongas: 


 I – Sobre a dosagem (e as influencias do mercado de suplementos nesse quesito) Minha maior revolta com 90% das pessoas que usam BCAA, assim como as recomendacoes de empresas nacionais (e algumas internacionais) é em relacao a dosagem dos BCAAs. Nao é raro (alias, é o mais comum) ver recomendacoes de rotulos citando: “Dosagem recomendada: 2 capsulas antes e 2 capsulas depois do treino.” e muito menos (raro) ver pessoas citando que usam este tipo de dosagem. Mas qual o problema com ela? Explico: ela é completamente inutil. Ok, nao expliquei nada; mas vamos lá. Vou usar dois suplementos para apoiar minha argumentacao: 3 Whey Protein – Probiótica (900g – R$102) e BCAA Plus – Probiótica (120 caps – R$61,50) . Escolhi ambos suplementos por serem comuns e na média de preco do mercado nacional; tambem usei o site da CorpoPerfeito simplesmente por ser um site popular de compras. Primeiramente, quero citar em relacao a necessidade do mercado de suplementacao fazer algo apelativo nao só em resultados, mas financeiramente tambem. Vamos supor que alguem lancasse um BCAA que dure 5 dias de uso e custasse R$61,50. Alguem compraria? Nao, fim de papo. Portanto a primeira coisa que eles tem que fazer é, criar um suplemento que dure algo entre 21-30 dias PELO MENOS. Em segundo lugar, que na verdade é uma continuacao do primeiro, trata sobre a necessidade das empresas lancarem algo que nao só dure bastante, como nao tenha um custo absurdamente alto. A terceira coisa que precisamos entender é, eles precisam mexer com o psicologico da pessoa, mais especificamente falando, eles nao podem fazer um pó que nao dure nada. Qual a saida? Capsulas. Coloque algo em capsulas que é MUITO mais facil voce mexer psicologicamente com o cliente. A maioria dos BCAAs tem caps de 750mg, o que significa que para atingir 5g BCAA, voce precisa de 7 caps aproximadamente. Veja, é a mesma coisa dizer que voce toma 7 caps ou 5g BCAA. Porem, se voce tomar 5g BCAA antes e depois do treino, o pote acaba extremamente rapido; e as pessoas nao iriam sentir “assustadas” por estarem tomando 10g de um suplemento. Transforme isso em capsula e… voce causa pavor nas pessoas; imagine que alguem vai tomar 14 caps por treino? Isso é um absurdo! MEU DEUS, VAMOS TODOS MORRER! Percebem? É mais facil voce enfiar na cabeca da pessoa que ela deve tomar 10g de algo ou 14 caps? 10g, com certeza; o que nao é bom para a empresa ja que o pote acabaria rapido demais. Voce usa 30g de whey, qual o problema de usar 10g de BCAA? Agora, capsulas… capsulas lembram remedios, remedios lembram problemas que devem ser evitados, logo capsulas devem ser evitadas… imagina sua mae chegando em casa e te ve tomando 14 capsulas de uma vez? Ela vai te matar, certeza. Imagina sua mae te ve tomando uma ou duas colherzinhas de chá, ela vai achar muito mais normal. Enfim, acho que deu pra entender. Agora, para colocar na pratica tudo isso, alguns numeros: - 900g do whey citado custam R$102. Um pote de BCAA custa R$61,50 e ambos duram cerca de um mes. Mas quantas gramas de BCAA temos naquele pote? (e a maioria nunca parou pra pensar nisso). Cada capsula tem 800mg, como sao 120 no total: 120×800 = 96.000mg = 96g de BCAA. Ou seja, com R$61,50 voce compra uma quantia equivalente a pouco mais de 10% de seu whey, mas vamos usar 10% pra comparacao: enquanto 900g de whey custam R$102, para se ter 900g de BCAA da mesma marca iriamos gastar R$615. A conclusao aqui é, sem ser culpa da probiotica: BCAA é naturalmente muito mais caro do que Whey. Isso obriga as empresas a lancarem os BCAAs em potes de pequenas quantidades e assim temos a aplicacao pratica da primeira citacao: a necessidade de lancar algo apelativo financeiramente. - Aplicando a segunda e a terceira: para um suplemento de 100g que deveria ser usado no MINIMO 5g/dia (vou falar sobre isso depois), pagar no MINIMO R$61,50 a cada 20 dias é um absurdo para a maioria das pessoas, principalmente por ser algo que dificilmente terá resultados. Qual a solucao? Recomende uma dose baixa (assim o suplemento dura bastante tempo; e a falta de resultados nao é problema pois o efeito placebo cuida disso) e coloque em caps (assim ninguem reclama de estar usando apenas 1-2g de algum pó, e sim 2-4 caps que é uma quantia razoavel dentro do padrao da maioria), pronto; criamos um suplemento que dura o tempo padrao (30 dias), com uma dosagem baixa compensando o preco alto e ainda ninguem questiona os efeitos principalmente por usar 2-4 caps por vez. 




 II- Sobre os efeitos e utilidades, assim como as dosagens necessarias Resumidamente, voce pode ter 3 objetivos ao utilizar a suplementacao com BCAA: 1) Aumento de sintese proteica (de forma simples: o corpo aproveita melhor as proteinas; se antes voce tomasse 45g de whey, e o organismo – por exemplo – “desperdicasse” 15g, com a sintese proteica elevada voce aproveita as 45g totais); 2) Quebrar o efeito do catabolismo (jogue aminoacidos na corrente sanguinea e o corpo para de tentar utilizar os AAs ja sintetizados como fonte de energia, já que o BCAA da corrente sanguinea ja esta de “mais facil acesso”) 3) Auxiliar recuperacao muscular assim como propriedades anabolicas (possivel aumento de forca, recuperacao mais rapida, facilidade de aumento muscular etc) A maioria das pessoas utilizam o BCAA com a finalidade 3, uma outra grande parte usa como finalidade 2 e a minoria sequer sabe da existencia (ou entendem como ela funciona) da funcionalidade 1. A questao é: o quanto é efetivo para se atingir cada objetivo? 1) Todas pesquisas recentes em relacao a isso mostram que é necessario algo entre 3 a 5g de leucina para se ter um aumento de sintese proteica. Como os BCAAs sao, geralmente, 2:1:1 (a cada 4g, 2g sao leucina, 1g isoleucina e 1g valina), isso significa que com 5g BCAA voce ja provavelmente vai ter algum aumento de sintese proteica. Esse aumento tem duas situacoes: primeiramente, deve ser usada 10-15 mins antes da refeicao com proteina (a leucina nao pode competir com uma proteina completa na sinalizacao) e o aumento dura nao muito mais do que 30 mins. Portanto: com o objetivo de aumento de sintese proteica, sao necessarias 5gs mais ou menos 10-15 mins antes de uma refeicao com bastante proteina. 2) A quebra de catabolismo é mais simples e pode ser atingida com algo entre 5-10g usadas 30 mins antes, durante ou imediatamente após o exercicio. 3) Aqui entra o problema. O unico estudo feito com BODYBUILDERS (nao com ciclistas e outros tipos de atletas, como é comum ver) e que comprova a eficacia do BCAA, nesse sentido, recomenda 0.44g/kg usado antes, durante e após o treino ; este é o estudo que o Charles Poliquin (treinador muito famoso), M. DiPasquale (autor da dieta anabolica) e Justin Harris assim como Eric Serrano (nutricionistas tops na area de pesquisa) referem-se ao recomendar o uso de BCAA. Caso alguem nao tenha percebido, é uma dose MUITO alta: para uma pessoa de 75kgs, sao recomendadas 33g dividas entre pré/intra/pós treino. Isso significa que aquele BCAA de R$61,50 acabaria em 3 dias de treino e que seriam necessarias 40 caps aproximadamente por treino. Devido a esse alto CxB, o minimo que os treinadores/nutris citados recomendam sao 20gs distribuidas entre pré/intra/pós treino para esse objetivo, mas o correto ainda seria utilizar a equacao de 0.44g/kg ou algo proximo de. Portanto, seguindo a recomendacao de 2-4 caps de um BCAA padrao, o que equivale a 2-3.5g de BCAA, pode-se dizer cientificamente que voce usou uma dose que nao serve pra nada eficientemente. Nao existem estudos mostrando resultados decentes com qualquer dosagem abaixo de 5g, e mesmo os resultados mostrados com 5g sao relativos pois eles em geral tratam de outros atletas que nao sao bodybuilders/treinados frequentemente com altos pesos. 



III – Sobre a quantidade de BCAA em outros suplementos/alimentos Aqui é outra coisa engracada. Simplesmente porque os wheys costumam citar quantas gramas estes tem de BCAA, a galera acredita que whey é a unica fonte de BCAA do mundo. É bem divertido ver galera dizendo “Meu whey ja tem 5.5g de BCAA entao ja tenho bastante e nao preciso suplementar! ” simplesmente porque: 1) eles nao tem nocao do que é “bastante BCAA” e 2) eles nao sabem que qualquer proteina completa tem BCAA. A maioria das carnes tem algo entre 15-20% de suas proteinas compostas por BCAA. Isso significa que a cada 20g de proteina de carne, voce tem algo entre 3-4g de BCAA. 2 ovos cozidos (bem cozidos, com a gema dura) tem 2.5g BCAA . Até amendoim (se nao me engano, 150g tem 4g BCAA) tem estes aminoacidos; e por que ninguem fica dizendo “Minha carne ja tem bastante BCAA entao nao precios usar suplementos “? Eu expliquei isso apenas para mostrar outra coisa: Custo X Beneficio. Supondo que voce compre o BCAA usado no exemplo do topico e use 4 capsulas antes do treino, nós temos 3g BCAA. O custo é alto, como ja provado (o kg de BCAA em geral custa 6x mais do que o kg de whey, seja whey probiotica ou whey hilmar/afins), entao porque simplesmente nao usar metade de um scoop de whey? Porque nao comer dois ovos ou entao um bife de carne? Acho que deu para entender a ideia. Se for pra usar 4-8 caps por dia, simplesmente use um scoop a mais de whey que é a mesma quantidade de BCAA e 6x mais barato, assim como comer 2-4 ovos. IV – Conclusao Fazendo uma sintese de tudo o que eu disse, concluimos que, ao fazer o uso de 4-8 caps por dia (equivalente a 3-6g/dia): - Nao existem estudos e/ou objetivos que possam ser atingidos com essa dosagem para um atleta que faz treinos pesados e frequentes com pesos; - Nao existe vantagem economica, pois, como citado, pode-se atingir a mesma quantidade de BCAA com uma fonte pelo menos 6x mais barata; - Nao existem motivos obvios para fazer uso de tal suplementacao com tais dosagens. A unica situacao na qual seria interessante o uso de 6-8 caps, de uma unica vez, seria para estimular sintese proteica. Porem, novamente temos uma opcao com efeitos iguais e muito mais barata: leucina isolada; que chega a custar 50-70% mais barata do que BCAA. Aproveitando a conclusao para dizer que, peco perdao por erros gramaticais e afins. Tambem se esqueci de dizer algo importante, responder alguma duvida, citar algo e coisas do tipo; é só postar que vamos debatendo ao longo do topico. Digitei tudo em questao de uma hora entao talvez me passou batido alguma informacao importante E como eu disse no comeco do topico, nao estou postando para ser uma verdade absoluta, estou postando para mostrar a argumentacao mais forte que existe. Se voce discorda de algo, tem provas de que estou errado em algum ponto ou coisas do tipo; sinta-se quase que no dever de postar para o debate evoluir a todos. 

Fonte: Hipertrofia.org
Fonte: www.corpoperfeito.com.br


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Logo mais trarei outros suplementos, aguardem!!!